Primeiro Amor? Apenas mais uma história...

Posted: domingo, 7 de outubro de 2012 by Jean in
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Quando eu era criança tudo o que eu mais queria era ser arqueólogo. Eu assistia com meu pai os filmes do Indiana Jones e em minha inocência eu pensava que talvez, quando eu finalmente crescesse, minha vida seria cheia de aventuras como as do herói da TV.

Eu lembro de certa vez ter encontrado durante um passei com meu colégio em um parque uma pedra de formato diferente. Ela era completamente arredondada, de cor marrom com alguns tons de bege misturados nela como se fossem pintados a mão. Me recordo de ter ficado fascinado pela pedra e de pensar que talvez aquela fosse uma das milhares de descobertas arqueológicas que eu ainda faria.

Mas com o passar do tempo veio a maturidade e eu comecei a deixar de ver graça nos filmes do velho Indiana e comecei a me interessar mais pelo decote chamativo da Pamela Anderson naquele seriado chamado "Baywatch".

Foi mais ou menos nessa época que eu me apaixonei pela primeira vez por uma garota da minha turma no colégio. Eu devia ter uns 12 ou 13 anos na época e já pensava ser um homem crescido.
Eu era tão ingênuo que ao menos olhar cruzado com a pequena, meu coração já disparava, minhas mãos suavam e eu ficava todo vermelho.

Eu nunca fui o cara mais bonito do mundo, sempre fui bem alto, magro e na época usava um óculos estilo Clark Kent... Resumindo,  eu nunca fui muito popular com as garotas.

Pouco a pouco eu tomava coragem pra me aproximar da pequena. Respirava fundo, visualizava minha inocente aproximação no intuito de oferecer a ela um lanche na cantina do colégio, e ao pensar em sua resposta eu logo desistia até mesmo da idéia de puxar uma conversa com ela.

Um dia enquanto eu voltava do colégio, eu resolvi parar numa livraria que na época havia perto de minha casa. Era uma livraria daquelas onde se encontrava desde materiais escolares até artigos musicais.

Logo ao entrar na loja , ao visualizar o balcão eu tenho uma agradavel surpresa. Eu vejo a pequena no balcão da loja, de cabeça baixa e escrevendo em uma folha de caderno. Não sei se ela me viu ao entrar na loja, só sei que ela parecia muito ocupada.
 
Meu coração parecia que ia explodir. Comecei a olhar os artigos da loja fingindo que não havia reparado na presença graciosa dela no mesmo ambiente que eu. Após uns 5 minutos olhando os cd's de música e meio sem jeito, eu resolvi tomar coragem e perguntar a ela quanto custava um determinado cd. Pra minha surpresa minha pergunta foi recebida com um sorriso lindo que exibia o aparelho com bolinhas azuis que ela usava.

Naquele momento eu tive a certeza de que eu realmente estava apaixonado por ela. Naquele momento e naquele sorriso eu tive a certeza de que ela era a menina mais linda que eu já havia visto na vida...

(...)

No fim tivemos uma longa conversa de quase 10 segundos entre ela me informar o preço , eu comprar o cd e sair em disparada rumo a minha casa. Afinal de contas, o que eu podia fazer? O que eu deveria dizer a ela?

Não preciso nem comentar que aquela loja virou ponto de parada obrigatória em minhas andanças pelo bairro. Toda tarde, lá pelas 15 hrs eu passava na loja só para conferir os lançamentos e procurar por alguns livros.

O que aconteceu depois daquele sorriso? Por hora, deixarei isso para lhes contar em outra história...

Realidade ou não...

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Olho no relógio e são 11 horas. 
Minha alma estava em paz. Uma paz tão boa, que só é conquistada quando encontramos o verdadeiro amor.

...

Me senti como se envolto em nuvens de algodão. Algodão doce.
Em minha cabeça rolava uma daquelas música românticas do tipo John Mayer ou 3 Doors Down.
Eu percebi que tudo o que eu sempre quis estava diante de meus olhos e por você, eu os fechei. Tudo me pareceu uma cena clichê de um filme tipo "B" onde os apaixonados se entregam ao final feliz que foge a toda e qualquer lógica.
No fundo eu sabia que você provavelmente não era real, mas quem se importa com a realidade quando temos em mãos o que sempre sonhamos?

Bah!

O sonho sempre nos dá o que a realidade nos nega...

O Futuro da Igreja

Posted: by Jean in
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Se nós queremos fazer história temos que, primeiro, perceber que a história é a história Dele.
O único jeito de mudar a história propriamente é parando de tentar definir nossas próprias vidas e tomando o nosso lugar dentro da história Dele.
Ele tem tudo mapeado. Essa é a tela Dele.
Essa história é Dele.
E o que Ele está fazendo é muito maior do que qualquer um de nós pode ver ou imaginar.

Isso ajuda de vez em quando... Dar um passo para trás para ter uma visão mais ampla.
Não podemos fazer tudo, e há um sentimento de libertação quando percebemos isso.
Pode ser que nunca vejamos o resultado final, mas esta é a diferença entre o trabalhador e o mestre de obra.
Nós somos trabalhadores e não mestres de obra.
Nós somos ministros e não Messias.
Nós somos profetas de um futuro que não nos pertence.

Deus, o Senhor tem a minha vida em suas mãos... Me encaixe Pai em meu lugar dentro da Sua história e me conceda a honra de ser uma ferramenta útil em Suas mãos para que possamos juntos contar a Sua história ao mundo todo...

Liberdade de Expressão

É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

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