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O que a Igreja ensina e os tele-evangelistas negam... Por Renato Vargens

Posted: quarta-feira, 9 de setembro de 2009 by Jean in Marcadores: ,
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Inúmeros pastores têm compartilhado as suas preocupações com os ensinamentos ministrados por alguns dos tele-evangelistas. Há pouco, um pastor amigo me disse: “A gente dá um duro absurdo ensinando aos membros de nossas igrejas a sã doutrina para que esses lobos vorazes desconstruam tudo que ministramos, através de seus programas televisivos.”

Isto posto, afirmo sem a menor sombra de dúvidas que aquilo que a igreja ensina, os tele-evangelistas negam, senão vejamos:

1º - A igreja ensina que em Cristo o escrito de dívida que constava contra nós foi cancelado; já os tele-evangelistas ensinam que os crentes precisam se libertar das maldições hereditárias.

2º - A Igreja ensina que Jesus é o Senhor; os tele-evangelistas que Deus é o gênio da lâmpada mágica.

3º - A igreja ensina que as Escrituras nos bastam; já os tele-evangelistas de que o mais importante são as experiências.

4º - A igreja ensina que devemos orar segundo a vontade de Deus; os tele-evangelistas que devemos decretar a bênção.

5º - A igreja ensina que aqueles que buscam o reino de Deus, todas as coisas lhes serão acrescentadas; os tele-evangelistas de que em Cristo seremos ricos.

6º - A igreja ensina que Jesus Cristo é Deus; os tele-evangelistas de que ele é fonte de vitória.

7º - A igreja ensina sobre a trindade; os tele-evangelistas o unitarismo.

8 º -A igreja ensina sobre a mordomia cristã; os tele-evangelistas de como extorquir dinheiro do povo.

9º - A igreja ensina sobre um Deus soberano que governa sobre todas as coisas; os tele-evangelistas de que Deus pode ser surpreendido por catástrofes e tragédias.

10º - A igreja ensina que os nossos cultos devem ser cristocêntricos; os tele-evangelistas de que devem ser antropocêntricos.

11 º A igreja ensina que adorar a Deus é humilhar-se pedindo perdão pelos pecados; os tele-evangelistas de que adorar é saltar de alegria nos famigerados shows gospel.

12º - A igreja ensina de que não devemos perder tempo com o diabo; os tele-evangelistas de que devemos entrevistá-los.

13º - A igreja ensina a simplicidade do evangelho; os tele-evangelistas a zooteologia, onde cães, leões, águias e outros bichos mais se fazem presentes nas manifestações de louvor a Deus.

14º - A igreja ensina que os ritos sacrificiais e as festas judaicas foram abolidos definitivamente por Cristo na cruz do calvário; Os tele-evangelistas judaizaram a fé.

15º - A igreja ensina que o maligno não nos toca; os tele-evangelistas de que basta dar legalidade que o diabo faz um inferno na vida do crente.

16º - A igreja ensina sobre discipulado; os tele-evangelistas sobre coronelismo e cobertura espiritual.

17º - A igreja ensina que avivamento se faz presente através do choro e arrependimento; os tele-evangelistas que avivamento é barulho.

18º - A igreja ensina o perdão, os tele-evangelistas o ódio.

Pois é cara pálida, dias difíceis os nossos! Que Deus tenha misericórdia da sua grei!

Pense nisso!

Renato Vargens

Solomon1

5 Razões do porque eu ODEIO o Carnaval...

Posted: sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009 by Jean in Marcadores: ,
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1 - Dizer que o carnaval faz parte da cultura do brasileiro? Faça-me o favor... Desde quando pessoas seminuas dançando e rebolando frenéticamente pode ser considerado "cultura"? Pode até ser considerado "algo cultural" se analisada a história brasileira(feita de escravos, ladrões e contrabandistas...). Mas na minha opinião, tudo isso não passa de um grande lixo cultural... Isso sim...

2 - Já parou pra pensar no dinheiro gasto em toda aquela parafernália do Carnaval???
Quantos milhares de reais jogados fora para fazer "a alegria do povo"??? Isso é um absurdo. Como estudante assíduo de Filosofia e Economia te digo o seguinte: O Brasil precisa investir em educação para se desenvolver, e não investir nesta porcaria do carnaval e na droga do reveillon.

3 - Qual o sentido do carnaval? Sexo livre e deliberado? É esse o país que queremos a nossos filhos? Claro, os tempos mudaram, mas alguns valores morais como a promiscuidade se restringe as 4 paredes de uma casa. Agora, se um país apóia uma campanha idiota e marketeira que afirma que você pode transar com quem quiser, desde que use camisinha... Algo está errado com a educação e moral deste país.


4 - Acho cômico o fato do povão aprontar tudo o que pode e o que não pode no carnaval e depois na quarta-feira de cinzas se arrepender de todas as besteiras feitas durante o carnaval e, passado uma semana, se programas para o carnaval do ano que vem. Isso é um absurdo. Faça suas besteiras, mas não apareça com sua cara de bunda na igreja se dizendo arrependido... Deus não é palhaço.

5 - Porque o Brasil tem que parar em virtude disso? A televisão para. As lojas param. O Brasil não parou nem quando ocorreu aquela tragédia envolvendo o
avião da Tam. Isso é um absurdo. O Brasil não parou pela morte de mais de 190 pessoas em uma tragédia, ISSO MESMO...

O BRASIL NÃO PAROU NEM POR CAUSA DA MORTE DE MAIS DE 190 PESSOAS...

MULHERES, HOMENS, CRIANÇAS, IDOSOS, FILHOS, MÃES, PAIS, TRABALHADORES... BRASILEIROS!!!

AGORA O BRASIL PODE PARAR POR CAUSA DE UM MONTE DE MULHERES PELADAS SAMBANDO?????


Puta merda!!!! Não é de cair o cú da bunda???
Povão ignorante...

Algo está errado, não acha???

Crítica... Sete Vidas(Sevens Pounds)

Posted: segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009 by Jean in Marcadores: ,
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Olá!
Como um amante inveterado de belas artes, eu não poderia deixar de acompanhar também o mundo do cinema.
O último filme que ví foi este em epírafe: Sete Vidas, com o Will Smith e a linda Rosário Dawson.
Claro que expressarei aqui a minha opinião sobre o filme, mas jamais contarei o final dele...=D

Enfim, adorei este filme. Ele conseguiu arrancar algumas lágrimas deste barbado de coração mole.
O enredo é envolvente e a história é emocionante.  Um gênero diferente das histórias convencionais é tecido neste filme fantástico.


Minha nota: 9
Atuação impecável do Will. História comovente. Lição de vida.

Sem dúvida, vale muito a pena assistir este  filme.

Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças

Posted: domingo, 9 de novembro de 2008 by Jean in Marcadores: , , ,
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"Feliz é o destino da inocente vestal/ Esquecida pelo mundo que ela esqueceu/ Brilho eterno da mente sem lembrança!".

Olá crianças. Quem não se recorda deste filme? Brilho Eterno de uma mente sem lembranças?

Filme lindo, sob a direção de Michel Gondry e roteiro de Charlie Kaufmann.

O filme é baseado em dois pontos chaves:

  • "Feliz é o destino da inocente vestal/ Esquecida pelo mundo que ela esqueceu/ Brilho eterno da mente sem lembrança!".
Frase de Alexander Pope (1688-1744),em seu poema"Eloisa to Abelard", sobre o caso verídico de um teólogo de 38 anos com a pupila de 18 anos.

e também:
  • "Abençoados os que esquecem, porque aproveitam até mesmo seus equívocos".
O segundo é uma frase do filósofo alemão Friedrich Nietzsche (1844-1900).

Mas você deve estar se perguntando: Que diabos tem a ver este filme com este blog?

Bom, irei te explicar. Com base neste filme irei lhe mostrar o maravilhoso e trágico universo de um esquecido.

Em primeiro lugar, a trama central do filme. Um casal de apaixonados vive uma intensa aventura, e com a desilusão da realidade e do cotidiano, a donzela da história resolve simplesmente apagar o bom moço de sua memória.

Isso parece familiar?

Casais apaixonados terminam e tentam simplesmente esquecer daquela pessoa que antes era a "dona de seu coração''?


Isso nos remete a Shakespeare :

  • Muitos passaram para o outro "amo", pisando sobre o primeiro.
Minha teoria é:

Nascemos sós. Por instinto sentimos necessidade de um "outro alguém", seja por motivos físicos ou emocionais.
E segundo este sentimento, passamos a enxergar o mundo de uma forma particular, peculiar.
Arthur Schopenhauer em seu livro "o mundo como vontade e representação" afirma que tudo o que enxergamos ao nosso redor está permeado pelas nossas crenças e valores. Ou seja, o que você enxerga nem sempre é o mesmo que outra pessoa enxergaria.

Vou ser mais claro: Passamos a enxergar o "ser amado" sob um olhar particular, peculiar.
Você já reparou isso? Que quando estamos apaixonados tendemos a não enxergar os defeitos e erros de nosso amado?
Vivemos uma espécie de Dissonância Cognitiva. Começamos a racionalizar o ilógico. Sempre justificamos e defendemos aquele a quem amamos, mesmo que as provas e circunstâncias nos mostrem que ele realmente não é tudo aquilo que parece ser.

Quando sofremos uma grande dor ou decepção causados pelo nossa Carlota, perdemos completamente o rumo e prumo.
É quando começamos a racionalizar novamente, começamos a perceber pequenas rachaduras naquela que antes parecia uma obra de arte perfeita.

E certas vezes, agimos da forma mais hipócrita possível. Simplesmente decidimos por esquecer a causa de nossa dor e frustração. Será essa mesma a causa de nossa dor?

Isso me remete a um pequeno trecho da obra de Victor Hugo sobre a hipocrisia:
  • "Ter mentido é ter sofrido. 0 hipócrita é um paciente na dupla acepção da palavra; calcula um triunfo e sofre um suplício. A premeditação indefinida de uma ação ruim, acompanhada por doses de austeridade, a infâmia interior temperada de excelente reputação, enganar continuadamente, não ser jamais quem é, fazer ilusão, é uma fadiga. Compor a candura com todos os elementos negros que trabalham no cérebro, querer devorar os que o veneram, acariciar, reter-se, reprimir-se, estar sempre alerta, espiar constantemente, compor o rosto do crime latente, fazer da disformidade uma beleza, fabricar uma perfeição com a perversidade, fazer cócegas com o punhal, por açúcar no veneno, velar na franqueza do gesto e na música da voz, não ter o próprio olhar, nada mais difícil, nada mais doloroso. 0 odioso da hipocrisia começa obscuramente no hipócrita. Causa náuseas beber perpétuamente a impostura. A meiguice com que a astúcia disfarça a malvadez repugna ao malvado, continuamente obrigado a trazer essa mistura na boca, e há momentos de enjôo em que o hipócrita vomita quase o seu pensamento. Engolir essa saliva é coisa horrível. Ajuntai a isto o profundo orgulho. Existem horas estranhas em que o hipócrita se estima. Há um eu desmedido no impostor. 0 verme resvala como o dragão e como ele retesa-se e levanta-se. 0 traidor não é mais que um déspota tolhido que não pode fazer a sua vontade senão resignando-se ao segundo papel. É a mesquinhez capaz da enormidade. 0 hipócrita é um titã-anão". Victor Hugo em "o Sofrimento do Hipócrita".
Dotados de superior inteligência, nós (os humanos), temos medo e nos afastamos de tudo o que nos cause dor. Da mesma forma como a maioria dos animais foge do fogo. É puro instinto.
Por vezes negamos a quem antes louvamos. E desfazemos daquilo que tantas vezes nos fizeram bem.
E por vez ou outra decidimos como a mocinha deste filme, simplismente apagar nosso agora "ex" da memória.

Seria isso justificado? Seria justo?
Valeria a pena apagar juntos com a dor aqueles momentos pecúliares que nos fizeram rir ou chorar de felicidade?
Seria justo esquecer das risadas, surpresas, beijos, abraços, mordidas, cheiros e orgasmos?
Afinal, não seria tudo isso o que nos torna humanos?

Será que não seria simplismente mais facil não se exigir tanto?

Minha teoria:

Nós idealizamos no "ser amado" a figura de nossos próprios desejos e aspirações. Sempre esperamos um beijo a mais. Ou então uma ligação no meio do expediente.
E quando o esperado não acontece, simplismente nos frustramos. E lentamente nos ferimos.
E começamos a sangrar, atal ponto de não termos mais forças. Então desistimos e fugimos.

Será que sempre os erros foram cometidos por terceiros? Ou será que o erro no fim das contas foi nosso mesmo por exigir as nossas expectativas?

Cada caso é único. Circustâncias diferentes com pessoas diferentes e com diferentes pensamentos. Mas no fim, somos todos unidos por esse mesmo sentimento: O amor.
  • "Tú amor, tirano de deuses e homens..." Shakespeare
Esse é o enredo por onde se desenrola toda a história deste filme.
É tambem nele que se desenrola a vida de muitas pessoas, incluíndo este quem vos escreve.

Eu, porém, sigo com minha filosofia:

  • "Prefiro sangrar com juras de amor do que viver sem cicatrízes." Pink em Love Song.

    E você? qual a sua teoria?

Liberdade de Expressão

É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

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